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A produção de HDs está comprometida até 2028 ...

 A produção de HDs da Western Digital está comprometida até 2028 e conhecemos os culpados. 

Imagem: HDZTEC Tecnologia

Correr para as montanhas? Esqueça os preços baixarem, tudo indica que a coisa deve acontecer igual foi com as RAMs e se você esperava redução de preços, repense.

A gigante dos HDs, Western Digital, declarou que esgotou sua capacidade de produção de discos rígidos, e isso vai se estender por dois anos. 

Números: 89% da receita da empresa tem origem em atender data centers e sistemas em nuvem. Já o consumidor civil/doméstico tem apenas 5% da atenção de mercado. As reservas de mercado feitas por gigantes do setor de tecnologia sugarão toda produção, e isso significa que não teremos HDs disponíveis para o mercado doméstico até o final de 2027.

E, sim, os preços subirão e nada pode ser feito para resolver isso. Existem outras empresas que produzem HDs, sim também, mas não sabemos o quanto comprometidas essas empresas também estão. Os preços tendem a subir e provavelmente se essa tendência se manter, talvez comprar o HD agora seja uma alternativa antes dos preços chegarem as lojas.

Por: IA e Tiago MKT

Postado em: 18/02/2026 - Atualizado em: 19/02/2026


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#Inteligenciaartificial #IA #armazenamento #backup #cloud #sistemaemnuvem #hardware #HD #discorígido #westerndigital #TI 

A volta dos que, AINDA, não tinham ido ... HD - o retorno!?

Western Digital mostra um "sopro" de esperança anunciando discos de 100 TB! Detalhe para a promessa de serem HDs mais rápidos que os SSDs convencionais de entrada. 


imagem: https://westerndigital.com/

A volta dos que, AINDA, não tinham ido ... HD - O retorno! Western Digital

A tomada do mercado pelos SSDs nos últimos 10 anos atendendo o público gamer ou até mesmo computadores antigos e lentos que ganharam vida e velocidade, vinha derrubando os HDs tradicionais. . A Western Digital resolveu esse problema, prometendo saltos importantes em velocidade e espaço dos HDs, podendo ainda nessa década alcançar até 8x na velocidade e 100 TB de espaço.

Durante o Western Digital Innovation Day (evento), foram apresentados os múltiplos atuadores. A tecnologia padrão de um HDD tradicional possui apenas um braço para leitura, já os novos modelos propostos terão dois ou mais braços em operação simultânea e independente. Isso deve permitir que o disco rígido atinja velocidades de transferência na casa dos 600 MB/s indo até 800 MB/s superando os  habituais 150 MB/s, o padrão SATA e confrontando os SSDs de entrada que são mais lentos.

Até agora falamos da velocidade, mas e a capacidade? Para atingir os 100 TB até 2029, a Western Digital aposta suas fichas na Gravação Magnética Assistida por Calor (HAMR), técnica que utiliza lasers que aquecendo momentaneamente a superfície do disco, permite que consigam gravar dados em espaços bem menores, aumentando assim densidade de armazenamento. Em conjunto com o UltraSMR e o ePMR, se alcança o objetivo de entregar unidades que guardem bibliotecas completas de conteúdo e com esforço mínimo.

Em grau de comparativo, um HD desses (com 100 TB) seria capaz de armazenar toda a franquia Call of Duty, por 50 vezes, e com o crescimento exponencial da IA, incialmente o foco dessa tecnologia seja o corporativo, dando suporte ao crescente mercado. Talvez a tecnologia possa também atender o público mais exigente que utilize ou produza vídeos 8K ou necessite volumes grandes de backups.

A necessidade irá dizer para o mercado, empresas e consumidores o que pode de fato atender as demandas, o tradicional HD turbinado pela WD ou os SSDs ... ou até mesmo os dois juntos configurados, pois o que muita gente esquece é que computador precisa de uma manutenção igual de um carro, também podemos otimizar e mixar peças para uma performance eficaz.

Por: IA e Tiago MKT

Postado em: 06/02/2026 - Atualizado em: 07/02/2026


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O super computador do tamanho de um frigobar que usa só 10% de energia

 Inovação Revolucionária em Supercomputação: O BI Explorer

O BIE-1 em um evento na China. (Reprodução/Global Times)

Um projeto inovador promete realizar as mesmas tarefas que clusters repletos de GPUs, utilizando apenas 10% da energia consumida por supercomputadores convencionais.

Pesquisadores da China apresentaram um equipamento que combina a potência de um supercomputador com um design compacto, algo inédito nesse segmento. Denominado BI Explorer, ou BIE-1, este modelo é fruto de uma colaboração entre duas empresas incubadas no Guangdong Institute of Intelligence Science and Technology (GDIIST).

Com dimensões similares às de um frigobar, o BIE-1 pode ser conectado diretamente a tomadas em residências ou empresas. Sua proposta é ser extremamente econômico em relação à capacidade de processamento, consumindo cerca de 10% da energia necessária para operar tradicionais supercomputadores.

Mesmo sem todas as especificações técnicas e não tenham apresentado o aparelho funcionando, o laboratório responsável compartilhou detalhes sobre:

  • 1.152 núcleos de unidades centrais de processamento (CPUs);
  • 4,8 TB de memória DDR5;
  • 204 TB de espaço de armazenamento interno;
  • Operação com ruído abaixo de 45 dB;
  • Temperatura estável abaixo de 70º C.

O objetivo do BIE-1 é atender a diversas indústrias, incluindo monitoramento de saúde domiciliar, tutoria personalizada para crianças e assistência em ambientes de escritório. A equipe também sugere que o equipamento pode ser utilizado em contextos não profissionais, embora sem mais detalhes.

O Segredo do BIE-1

O trabalho conjunto da Zhuhai Hengqin Neogenint Technology e da Suiren Medical Technology possibilita o treinamento de 100 mil tokens por segundo e a realização de inferências de até 500 mil tokens por segundo em modelos de linguagem de inteligência artificial (IA). Essa performance é comparável à de sistemas que utilizam múltiplas GPUs, ocupam um espaço considerável, geram calor e consomem muito mais energia.

O grande diferencial reside em uma "rede neural intuitiva", desenvolvida de forma independente pelas empresas, que "imita mecanismos computacionais do cérebro". Essa tecnologia inovadora permite ao sistema processar texto, imagem e fala de maneira eficiente.

Além de possibilitar um tamanho compacto, essa tecnologia é capaz de aprendizado, argumentação interpretativa e de "aprender e extrair padrões a partir de pequenas quantidades de dados". O BIE-1 também se destaca por sua transparência, exibindo todos os passos envolvidos na construção de um argumento.

Com essas características, o BIE-1 não é apenas um avanço tecnológico, mas uma verdadeira revolução na forma como interagimos com a computação e a inteligência artificial.

Por: IA e Tiago MKT

Postado em: 27/10/2025 - Atualizado em: 10/12/2025

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